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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Não copieis o mundo...


Eles são coloridos, tocam baladas pop rock românticas e tem estilos semelhantes a bandas como Restart, Fresno ou NX-Zero. Assim é a banda Yunick formada em janeiro de 2009 que chega ao cenário gospel com uma proposta diferenciada. Com idades na casa dos 20 anos, eles têm cabelos bagunçados e chegaram a música gospel com CD “Deus está no controle“. “Somos coloridos porque nós gostamos e não simplesmente seguimos moda. Nossa música é uma uma tendência que veio da gringa e resolvemos levar o estilo pro gospel”.


Composta por Déh, Bruh, Thi e Lukee, os amigos e vizinhos, que são das igrejas Renascer, Assembleia de Deus, Casa da Rocha e Casa da Benção, em São Paulo, se juntaram para fazer um som. Os garotos aproveitaram o embalo para falar de relacionamentos e adotaram, estratégicamente, um visual emocore para dialogar com esta nova geração que é mais sensível e gostam de ver e sentir novas emoções. “Queremos mostrar que você pode adorar sem perder o estilo, mostrar que além do visual colorido, tatuagens e pier
cings o jovem tem essência e foco espiritual”, acrescenta o vocalista Déh.

De acordo com vocalista a banda faz muitos shows em escolas, festas e diversos tipos de eventos, não sendo uma banda somente de igreja. “Com o nosso estilo nós vamos abrindo portas e alcançando diversos públicos em vários lugares, sem ter o pensamento de que você é de um jeito e por isso não pode ir a tal igreja”.

De acordo com o vocalista, a banda faz questão de gravar em estúdios que gravam outras bandas famosas como NX Zero para não deixar a qualidade de lado. Isso resultou na indicação ao prêmio Melhores do Ano 2010 como banda ‘Novo Talento’.

No primeiro disco do Yunick, a moçada conta com a participação especial de outra banda, a Replace. Para o início de 2011 planeja um vídeo-clipe no clima de verão.




< Banda Replace - * reconhece o sinal do "cara" da esquerda?

domingo, 13 de fevereiro de 2011

CLASSIFICAÇÃO DOS PAÍSES QUE PERSEGUEM OS CRISTÃOS




Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles, e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo. (Hebreus 13:3


by voltemosaoevangelho.com

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

kaka seria um illuminati?

JOGADOR KAKÁ APOIA O REINO DO ANTICRISTO EM COMERCIAL DA PEPSI E AINDA FAZ PAPEL DE RIDÍCULO.


Com a chegada da copa na África, a Pepsi lança um comercial bem satânico e favorável ao reino de satanás. Nesse comercial as pessoas usam uma estrela de 10 pontas que representa a Besta de 10 chifres ou o Anticristo e seus nove mestres eleitos.

O jogador Kaká, um suposto cristão que também faz parte da nova ordem mundial, usa a mesma camisa; mas ele fica tão distraído preocupado com sua fama e as fotos que o bode (representando satanás) o derruba com muita facilidade (sem nenhum esforço) e os moradores da aldeia (servos de satanás) ficam rindo da sua ingenuidade junto com o bode.




Esse comercial também indica que aconteceria algo no dia 11.06.

“O rapaz que segura a câmera é o jogador Drogba ( dragão ) nascido em 11.03 e o rapaz que assiste na TV ao lado do bode (que simboloza baphomet), chama-se Messi ( messias – falso) nascido em 24.06.

Os ocultistas não os escolheram por acaso.”

“A câmera representa que o tal suposto evento seria registrado, assim como foi em 11.09.2001, que praticamente foi passado ao vivo para o mundo. Note que o Drogba ( dragão,vulgo satanás) , é que provoca a queda de Kaká.”

“No primeiro momento da nova ordem, satanás ajudará o anticristo, por isso que eles se cumprimentam no final com um sinal típico de “jogada em equipe “.” (Repare o 11 no pause da TV)

“Obviamente o cristianismo nunca vai cair, mas Deus irá permitir a vitória momentânea de satanás, para que se cumpra a sua Palavra.”

Postado por Apocalink

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Retiro 1º de Maio.



























Para a galera de plantão e que já pediu...pediu...pediu de novo...tornou a pedir...reclamou...sonhou e etc...aí está algumas fotos e vídeos do nosso retiro em 1º de Maio que tanto deu o que falar!

Um forte abraço para aqueles que foram e com seu lindo sorriso nos brindou mais uma vez. Agora é só curtir o som.

O nosso muito obrigado.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

EQUIPE - SoUL +


VEMOS ENTÃO QUE DEUS ABENÇOA E CAPACITA SEUS ESCOLHIDOS E COM CERTEZA NOSSO AMADO IRMÃO GILCIMAR TEM SIDO CAPACITADO PARA A OBRA, VLW BAXIM!!

PESSOAL RECEBAM ENTÃO A LOGOMARCA DA EQUIPE SOUL +, E NÃO PODERIA DEIXAR DE PARABENIZAR AO NOSSO AMADO BATERISTA MARCINHO PELA BRILHANTE IDÉIA DO NOME. DEUS TE ABENÇOE CARA!!

EQUIPE - MaIs qUe VeNcEdOrEs

È COM MUITO PRAZER QUE APRESENTO A VOCÊS A LOGOMARCA DA EQUIPE MAIS QUE VENCEDORES.
DIRETAMENTE DOS ESTÚDIOS DA HS ARTE ONDE NOSSA AMADA E QUERIDA AMIGA CLÁUDIA PÔDE ESTAR SENDO CANAL DE BÊNÇAOS E CRIAR TÃO LINDA MARCA.

MEUS PARABÉNS A VOCÊS E QUE NOSSA JUVENTUDE QUADRANGULAR POSSA SE ENCHER DE ALEGRIA.

domingo, 25 de abril de 2010

É proibido louvar

Fifa repreende seleção brasileira por orar em campo no final da Copa das Confederações

Oárbitro apita o fim de jogo. Final de campeonato e a seleção brasileira consagra-se, mais uma vez, campeã da Copa das Confederações, na África do Sul. O jogo aconteceu no final de junho deste ano, em uma emocionante partida em que o Brasil começa perdendo dos Estados Unidos de 2x0 e, por fim, vira e vence por 3x2. O clima de emoção e grande parte de religiosos na equipe, faz com que um sentimento coletivo de agradecimento a Deus invada os jogadores, que se reúnem no meio de campo para uma oração. Estava formado o imbróglio.

A comemoração mais “religiosa” causou desconforto e grande polêmica na Europa. A Associação Dinamarquesa de Futebol pediu à Fifa (Federação Internacional de Futebol) que se posicione e puna a seleção brasileira por estar usando o futebol como palco para manifestações religiosas. A Fifa mandou um alerta à CBF pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, pois a manifestação ocorreu após o apito final.

Comemorações assim são comuns em países em que a religião entra em campo com o jogador. No Brasil, já é comum ver esportistas comemorarem gols e conquistas oferecendo a vitória aos céus e agradecendo a Deus pelo feito. Marcelinho Carioca foi o exemplo mais enfático disso. Outros vieram antes, como Bebeto, Silas e Muller, mas foi Marcelinho que carimbou essa prática religiosa em estádios brasileiros. No islamismo, isso também é prática. No Brasil, temos o exemplo de Jadel Abdul Ghani Gregório, recordista brasileiro e sul-americano do salto triplo convertido ao islamismo que, em suas comemorações agradece a Deus.

Porém a polêmica gerada com o círculo de oração em campo africano, segundo a Fifa deve-se ao receio de que a falta de uma punição abra caminho para “extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes da Europa”. “A religião não tem lugar no futebol”, afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi exagerada. Ele ainda afirma que foi criado um evento religioso no final de um evento esportivo. “Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar de fora”, conclui. A Fifa mostrou seu desagrado, mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está “monitorando” a situação. E confirma que “alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto”. A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo.

Para o presidente do Conselho de Ética da União Nacional das Entidades Islâmicas – Uni – o sheikh Jihad Hassan Hammadeh, apesar de concordar que um evento esportivo não pode servir de palco para proselitismo religioso, acredita que as declarações da Associação Dinamarquesa seja discriminatória e preconceituosa, o que ratifica um estereótipo negativo da religião islâmica e dos muçulmanos. “Declarações extremista e infelizes como esta é que trazem discórdia entre as pessoas, o que mostra claramente que, apesar de estarmos no século da informação, ainda há muitas pessoas que ocupam cargos elevados em instituições mundiais importantes e que não têm o mínimo de conhecimento sobre o islam”, afirma.

Segundo o sheik, a religião está presente em todos os aspectos da vida de uma pessoa. “A religião está em todos os aspectos da vida da pessoa e é inseparável, porém, a forma de demonstrar isso é que precisa ser equilibrada e com bom senso”, explica.

Além de extremista e preconceituosa, o ex-piloto de Fórmula 1 e um dos maiores defensores da liberdade de expressão religiosa no meio esportivo, Alex Dias Ribeiro também classifica a ação dinamarquesa como ato de intolerância. Ele afirma que, apesar de a Bíblia ensinar que toda autoridade é constituída por Deus e deve ser obedecida, se essa autoridade contraria as leis de Deus, o dever do cristão é obedecer a autoridade maior. “Nesse caso, prevalece a lei de Deus sobre a lei dos homens. Os discípulos de Jesus optaram por obedecer a Deus e pagaram o preço”, lembra o evangélico que foi diretor de Atletas de Cristo por vários anos.

Para ele, houve violação à soberania nacional aos países que adotam a Declaração Universal dos Direitos Humanos e, por mais que as regras da Fifa impeçam manifestações políticas e religiosas, a Declaração Universal deve ser respeitada. “Como atleta, eu apelaraia para a ONU, exigindo uma intervenção na Fifa por violação aos artigos 18 e 19 da Delcaração Universal dos Direitos Humanos”, afirma.

Em seu regulamento, a Fifa declara que ‘não deve haver discriminação a um país ou a um indivíduo por razões de raça, religião ou política e que a associação que tolerar, permitir ou organizar competições nas quais a discriminação é praticada, ou que for estabelecida num país onde a discriminação no esporte for declarada em lei, não deverá ser admitida na Fifa, ou deverá ser expulsa, se já for membro’.

Para Ribeiro, ainda, de forma incoerente, a Fifa peca por omissão permitindo ou incentivando confederações dos países filiados a atos de coibição a essas manifestações, agredindo homens e mulheres de boa vontade e fé de todos os credos em todas as nações. “Jogando o jogo sujo para as confederações, a Fifa escapa ilesa da culpa, ainda se oculta os olhos do mundo, de violar descaradamente a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência, religião, opinião e expressão. Tem direito a receber e transmitir informações, idéias e manifestar sua religião ou crença, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”, explica.

Apesar da seleção não ter sido punida, da CBF não tomar aparentemente nenhuma atitude concreta a respeito do assunto e de tudo ter “terminado em pizza’, esses pequenos atos de intolerância devem ser observados e não esquecidos, pois podem produzir frutos maiores e com consequências irreversíveis não apenas para o esporte, como para a liberdade de expressão, religião e crença.

“O que nos conforta é sabermos que Deus certamente está de olho nessa história. Ele já viu esse filme antes de existirmos e a história atesta que mesmo diante da gigantesca disparidade entre antigos protagonistas como David x Golias ou Igreja Cristã das Catacumbas X Império Romano, o Altíssimo jamais perdeu uma dividida”, conclui Alex Dias Ribeiro.

Regina de Oliveira Colaboradora da revista Eclésia.

Mais que som na universidade




Atualmente, muitos jovens têm se rendido às drogas. Essa opção representa uma ameaça para a vida de rapazes e moças no mundo todo. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), nos últimos anos, quase metade da população jovem se tornou usuária de algum tipo de droga, sendo 7% até os 12 anos de idade, 26% entre os 14 e 17, e 49% na faixa dos 18 aos 21. Estima-se que, no planeta, morram entre 160 mil e 210 mil pessoas por ano em decorrência direta ou indireta do vício. Com base nesses números e conscientes do chamado de Deus, os integrantes da banda Quatro por Um decidiram criar um projeto em prol de jovens e adolescentes.

O propósito brotou no coração de Marcus Salles (vocalista e baixista), Duda Andrade (guitarrista) e Valmir Bessa (baterista) quando ainda gravavam o CD Um Chamado, o mais recente do grupo pela MK Music. Após o lançamento do álbum, os músicos começaram a colocar em prática o trabalho, nascendo, então, o Projeto de Evangelismo 4 por 1, que visa pregar o Evangelho e conscientizar os jovens acerca dos malefícios das drogas. O tecladista Bruno Santos, assim que passou a integrar o ministério, também abraçou a iniciativa.

A banda já realizou o trabalho em seis instituições diferentes. Normalmente, as escolas visitadas têm alunos carentes, que precisam de cuidados. Todos os eventos são gratuitos e patrocinados pelo próprio Quatro por Um. O único lamento do grupo é não poder realizar o projeto com a freqüência que gostaria devido à agenda da banda, que precisa ser cumprida.

Os resultados alcançados com a iniciativa têm sido os melhores possíveis, de acordo com o pastor Marcus Salles. O vocalista conta que é comum receber e-mails de educadores, gratos pelo projeto. “A gente toca o nosso som pop rock, prega e fala de forma descontraída sobre o vício. Dias depois, professores entram em contato conosco para falar que alunos mudaram de comportamento e ficaram mais interessados pelas aulas. É muito bom ver que frutos estão sendo gerados e que jovens estão se convertendo”, declarou.

A apresentação mais recente da banda aconteceu na Arena Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), durante a festa de recepção dos calouros. Além de muita música, Duda Andrade falou sobre os malefícios das drogas e Marcus Salles pregou. O grupo encerrou o evento com uma oração e dois louvores. “Estrear o projeto em uma universidade foi um privilégio. Usamos a linguagem a que estamos acostumados; nos sentimos em casa. Foi uma emoção muito grande ver os jovens cantando nossas músicas e animados na presença do Senhor”, finalizou o vocalista.

As instituições interessadas em convidar o Quatro por Um devem enviar um e-mail para sallesbass@bol.com.br .

(Viviane Chaves)
- Repórter da revista Enfoque Gospel

Como será o Brasil Evangélico?




Estatística assustadora divulgada por uma das mais importantes revistas semanais do Brasil revela que em 2020 metade da população brasileira será evangélica. Muitos setores deste segmento comemora a projeção. O mercado de produtos evangélicos é um dos que mais cresce e alavanca a economia. E isso também já está se setorizando: o mercado de produtos para mulheres vem crescendo nos últimos anos. São bíblias, livros, roupas, cosméticos, acessórios. Mas crescer numericamente não é só alavancar a economia. Atualmente, os valores cristãos evangélicos impactam a sociedade?

E a pergunta de capa não quer calar: crescer numericamente é bom ou ruim? O leitor pode estar se perguntando onde está o mal do maior país católico do mundo se tornar cada vez mais evangélico. O mal não está nos números, afinal, se queremos ser reconhecidos como ‘feliz nação que serve ao Senhor’, conceitos e valores bíblicos devem ser aplicados. O mal, no entanto, não está na quantidade, mas na qualidade. Desde o ‘boom gospel’ em meados dos anos 90, igrejas evangélicas pipocam pelo país, em sua maioria neopentecostal, em sua maioria pregando a Teologia da Prosperidade. O crescimento do protestantismo pode ser desregrado, sem controle, sem valores éticos e bíblicos. E isso é preocupante.

Tratar evangelismo de forma séria vai além de ‘evangelizar’, está em plantar igrejas sérias, fazer discípulos. Estejam onde estiverem, desde a comunidade nipo-brasileira à tribo de surfistas. Fazer discípulos, desde a Judéia, Samaria até os confins da Terra.

Evangelizar, ensinar, discipular, manter a ética protestante e valores bíblicos é desafio de todos os cristãos. E é desafio para os próximos 11 anos. Para os próximos séculos.



quinta-feira, 22 de abril de 2010

RIO SOLIDÁRIO - I.B. LAGOINHA





No dia 13 de Abril, na Igreja Batista Lagoinha, eu e o Gilcimar estivemos participando de um grande culto onde as pessoas que ali estiveram viram o poder de Deus se manifestar através das mensagens musicais ministradas pelas bandas Jó 42, Ministério Fluir, Mariana Valadão, Nívea Soares e André Valadão e da campanha RIO SOLIDÁRIO, onde estavam sendo arrecadadas roupas, mantimentos e doações para as vítimas das chuvas em Niterói.

Ficamos impressionados com o povo jogando roupas, sapatos, tênis, jaquetas, blusas e bolsas, como você pode ver pelo vídeo foi magnífico. Vemos que o ser humano tem um poder incrível de se sensibilizar e se colocar no lugar dos outros. Precisamos de fato nos unir em prol das vítimas das chuvas em todo o mundo e não se esquecer que existem pessoas nas ruas, sem um lar, sem comida, sem amor e esperam a morte chegar.

Agradeço a Deus por não estar vivendo nessas condições e confesso que preciso fazer mais para alcançar o mundo que clama por justiça, paz e amor.